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Coach: aprimore seus resultados com o Thinking Environment

Muitos profissionais que já atuam como coaches por outras escolas encontram dúvidas sobre a relevância do Thinking Environment em seu trabalho.

“Para mim, o real propósito do coaching é o de prover as condições para as pessoas pensarem por si mesmas.”
-Nancy Kline, Fundadora e Presidente de Time to Think, Inc.

Este artigo visa elucidar as principais diferenças entre o Coaching e o Coaching do Time to Think.

Baseamos o nosso artigo em uma pesquisa da Corporate Research Forum (CRF), uma organização inglesa com foco mundial na área de pesquisa de melhores práticas para desenvolvimento organizacional e de pessoas. Naquele estudo, eles pesquisaram o que os melhores coaches fazem para promover e sustentar mudanças de comportamento na vida dos clientes.

Sinta-se livre para nos questionar sobre suas dúvidas neste tema!

A pesquisa de CRF mostrou que, dentre os vários fatores que definem o sucesso de uma intervenção de coaching, os principais são a vontade do cliente, a força da relação entre coach e cliente e a existência de um contrato com objetivos claros e acessíveis entre coach e coachee.

Vamos explorar esses fatores sob a ótica do Thinking Environment.

O foco não está nas ferramentas - está na confiança e na escuta

O coaching pode ajudar o cliente a desenvolver a habilidade de ouvir e acessar sua sabedoria interna. Porém, fazer mudanças em sua vida, a partir dos insights que ganha com essas novas descobertas, requer um outro conjunto de habilidades, que é papel do coach trabalhar. Em geral os coaches ajudam nesse processo através do uso de ferramentas, práticas e exercícios.

A pesquisa de CRF mostrou que o foco em ferramentas, como jogos e rodas da vida, não estimulam uma mudança comportamental. Segundo os resultados da pesquisa, a qualidade da relação entre coach e coachee é indispensável para o sucesso do coach.

O Coach do Time to Think assume que o cliente é um expert em todos os aspectos de sua vida. O cliente, por conta própria, é capaz de fazer suas escolhas, e decidir sozinho o que é certo ou errado. Esse entendimento sobre o cliente gera, no coach, uma disposição natural para estabelecer uma relação de confiança mútua.

No coaching do Thinking Environment os clientes são explicitamente tratados como iguais no potencial de criar o melhor pensamento (a igualdade é, inclusive, um dos 10 componentes) e são estimulados a solicitar sessões o tanto quanto precisarem e, a partir delas, tomar decisões sem serem guiados ou aconselhados por determinados caminhos.

Enquanto abordagens comuns de coaching veem a mente do cliente como um dos recursos mais importantes, o Coaching do Time to Think a vê como a fonte de todas as respostas. Ele explora, estimula e liberta o mais autêntico pensamento independente.

Sobre a necessidade de perguntar, dar conselhos, comentários ou feedback

Os coaches que seguem outras linhas foram treinados a ter um ouvido atento aos melhores momentos para fazer perguntas, comentários ou dar feedback e assim estimular o cliente para ir além dos seus limites. Alguns profissionais acreditam que seus conselhos são realmente o que os diferenciam dos outros colegas, e que neles estão o maior valor para o cliente em cada sessão.

No Thinking Environment essa postura cai por terra e pode até comprometer o processo de coaching. O papel de um Coach do Time to Think é o de criar o ambiente perfeito para que o pensamento independente do seu cliente progrida e traga frutos para si. E, se for o caso, ajudar o coachee a se livrar de crenças limitantes. Mas o coach nunca interrompe o pensador, porque acreditamos que as interrupções quebram o processo e acabam limitando o potencial de ideias e insights que surgem, afetando diretamente os resultados do processo.

Os coaches são treinados para oferecer sua atenção e escuta ativa de melhor qualidade, apenas para que o pensador descubra por si só os caminhos que precisa tomar.

O Thinking Environment como complemento das abordagens de coaching

Muitos coaches estão combinando o Thinking Environment com outras abordagens, por se tratar de uma incrível ferramenta para estimular o pensamento independente, de grande importância nas sessões iniciais, em que o cliente deve buscar as questões mais relevantes do momento para serem trabalhadas.

A importância de criar um espaço em que o cliente tenha tempo para pensar foi claramente comprovada na pesquisa de CRF como um fator de sucesso de uma intervenção de coaching.

Dessa forma, o profissional poderá ajudar seu cliente a executar mudanças que vieram de lugares de autêntico pensamento independente. Nesse sentido, as chances de adesão às mudanças só aumentam, assim como os resultados do programa de coaching.

Quando o cliente tem dificuldades em implementar as mudanças, o coach pode oferecer outras abordagens mais voltadas para a ação, utilizando seus conhecimentos da sua linha de coaching. Porém, muitas vezes, o que impede o cliente de ir sozinho e por conta própria para uma ação é uma crença limitante ou, como nós chamamos no Thinking Environment, um pressuposto limitador.

Por isso queremos convidar você a experimentar o Thinking Environment da forma mais pura possível: numa sessão de pensamento, onde você - o pensador/coachee - cria pensamentos completamente independentes!

Para finalizar é importante mencionar que um contrato claro no início de uma sessão (ou série de sessões de coaching) precisa ser acordado entre coach e cliente.

Escuta ativa e atenção generativa

A International Coach Federation reconhece a escuta ativa como uma das competências-chave de um coach.

Inclusive, se você for um Associate Coach, Professional Coach ou Master Coach no International Coach Federation (ICF), pode usar nossos treinamentos de Thinking Partnership para ganhar 21 pontos CCE para manter o seu credenciamento.

A pesquisa de CRF também mostrou claramente, que especialmente para executivos de alto nível, é crucial oferecer espaços e tempo em que eles possam pensar por si, sem interrupção, com coragem e tranquilidade. Ou seja, mais do que nunca, é importante saber escutar com máxima qualidade.

O coach habilidoso em Thinking Environment pode criar espaços com pensamentos completamente independentes ou usar a escuta profunda com atenção generativa do Thinking Environment na sua própria linha de coaching.

Os melhores coaches desafiam e motivam seus clientes para irem além dos seus limites - e para tal também precisam se desafiar profissionalmente. Você pode acessar, no Thinking Environment, uma nova oportunidade de aperfeiçoamento de sua abordagem de coaching.

Como ser um coach habilitado para atuar com Thinking Environment

Para se tornar um Coach do Time to Think, é preciso realizar os cursos de Thinking Partnership (Parceria de Pensamento) e Coach do Time to Think, fazer o estágio para coaches e aderir ao Time to Think Collegiate.

Nas Master Classes de Thinking Environment, ministradas pela Munzner, há uma demonstração do Thinking Partnership, processo que pode ser usado pelos Coaches do Time to Think.

Fontes:

CRF, 2014 “Coaching – Business Essential or Management Fad?”, Corporate Research Forum, London, 2014, http://www.crforum.co.uk/research-and-resources/coaching-business-essential-or-management-fad-2/ (acessado em 01/06/2017)

Resumo executivo do artigo: http://www.crforum.co.uk/research-and-resources/coaching-business-essential-or-management-fad/ (acessado em 01/06/2017)[:]

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Empresas que já tiveram contato com o Thinking Environment

Nos últimos anos a Munzner treinou diversos profissionais que também foram pioneiros em levar o Thinking Environment para dentro de suas empresas.

CIP – Câmara Interbancária de Pagamentos
Earthworm Foundation
GIZ – German Development Cooperation
Alltech do Brasil
Sustentare Escola de Negócios
FAE

ISAE
UniCesumar
Darnel Group
PUC Paraná - Escola de Negócios
Petrobras
Grupo Boticário

Oi
IBM
SENAR
Perkons
Famiglia Zanlorenzi
Riosulense

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